
Igreja com “i” = o que se vê hoje.
Igreja com I = O que Jesus ensinou.
Observação: Vocês não verão neste texto a igreja que Jesus ensinou.
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O tema tem a cara da “igreja” brasileira. Na verdade, se tem algo que a “igreja” brasileira tem são promessas.
Isso porque, sem qualquer sombra de duvida, ela resolveu dizer “SIM” para aquilo ao qual Jesus disse “Pra trás de mim!”
“Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a gloria deles. E disse-lhe: Tudo isso te darei se prostrado, me adorares” – Mateus 4:8 e 9
Ora, tudo se tornou uma questão de rendição. Só isso. Rendição. Não é preciso negar a si mesmo… É só rendição ao que se tem por “promessas” neste mundo. A bem da verdade, nunca se viu uma “igreja” tão cega e rendida aos tesouros deste mundo.
Mas isso tudo vem de dentro.
Há uma inversão de valores em nossos púlpitos. Trocamos a mensagem de transformação e de confronto com a vida por uma mensagem que conforta emocionalmente as pessoas, entretém suas emoções, mas não transforma ninguém. A cada dia, nós vemos pessoas fracas, com superficialidade de opinião em relação ao compromisso que tem de se ter com a vida, e sem poder de transformação para a própria vida e, muito menos, para a sociedade em que se vive. As promessas no Brasil têm horário marcado e podem vir de uma fossa que jorra água doce (festival de promessas) aos domingos de tarde e esgoto durante a semana.
Eu só quero ver quando a emissora em questão colocar novamente em cena nas novelas e séries, pastores doidos e adúlteros! O que acontecera com o festival de promessas?
“Portanto assim diz o SENHOR: Se tu voltares, então te trarei, e estarás diante de mim; e se apartares o santo do profano, serás como a minha boca; tornem-se eles para ti, mas não voltes tu para eles. E eu te porei contra este povo como forte muro de bronze; e pelejarão contra ti, mas não prevalecerão contra ti; porque eu sou contigo para te guardar, para te livrar deles, diz o SENHOR.” Jeremias 15:19 a 21.
Toda batalha contra o diabo começa quando assumimos o que está acontecendo conosco e desse modo se estabelece em nós a verdade que nos liberta.
Desculpem a franqueza, mas a “igreja” tem demonstrado nos últimos anos que ela esta definitivamente dizendo “SIM” para todas as promessas que o rei deste mundo esta lhe fazendo no pináculo do templo. E há quem diga que ela já se jogou, de modo que o que estamos vendo é uma queda que antecede a ruína.
Uma “igreja” que não assume verdades que podem transformar, redirecionar e salvar a ela mesma, não pode ir ao mundo dizer que possui verdades capazes de transformar, redirecionar e salvar o mundo. Porque, no máximo, o que ela conseguirá fazer serão contratos que dirão que é possível sim jorrar água doce e amarga da mesma fonte, inclusive com horário marcados e desse modo os nossos filhos podem continuar a aprender tudo o que as novelas e os programas mais imbecis da televisão brasileira têm a oferecer durante a semana. E caso alguma coisa comece a incomodar o espírito (se é que isso pode acontecer a essa geração), é só se lembrar de forma débil que aos domingos temos um “festival de promessas” onde todos poderão dar alivio ao espírito e a consciência aviltada do evangelho de Jesus.
Música gospel… Até o nome não possui originalidade… Gospel é gringo.
Engana-se quem crê que artistas gospel (chamo de artistas porque, de fato, são talentosos) farão parte da grade de programas da emissora que derruba e ergue quem ela quer no pais. Isso porque enquanto para a grande a maioria dos evangélicos deste país ter “artistas” gospel na TV platina é um sinal de “promessa”, para a emissora tudo não passa de lBOPE e assim como os pagodeiros, os funkeiros, os sertanejos, os axés e muitos outros tiveram seu tempo de gloria, a música gospel também terá seu tempo de glória até que o Brasil se canse de escutar coisas supérfluas e de auto-ajuda sobre Deus. Daí o IBOPE indicará a hora de mudar as coisas… A única coisa boa dessa fonte que jorra água doce e amarga é que os artistas continuarão ganhando horrores no meio da fossa. Fora isso, o Brasil continuará sendo o Brasil de “Pavão pavãozinho” interpretado pela Fernanda Brum com o forte desejo de que o caos, a miséria e tudo o mais vá para a casa de “Apoliom”, todavia, aviltados do evangelho e entorpecidos com as promessas do rei deste mundo, jamais assumirão que já estão contribuindo para que o Brasil se torne a própria casa de “Apoliom”.
Mas quando o dia do IBOPE chegar com a notícia de que Gospel deixou de ser lucrativo, tudo poderá ser resolvido dentro de nossas igrejas!
É só começarmos a cantar “Cura-me” ou “Restitui, eu quero de volta o que é meu!” diante de um Brasil que continuará a ser o Brasil dos ribeirinhos abandonados, do tráfico em crescimento, dos políticos corruptos e dos pastores apaixonados por dinheiro vendedores de promessas, manipuladores e divisores da opinião evangélica com a venda de indulgências e a defesa moral cristã, tudo isso com o disfarce ardiloso de militante pró-família tentando esconder o interior que os homens não podem ver. Todavia, Deus vê e a seu tempo trará a luz o que em nome Dele foi feito, todavia, embora feito em nome Dele vazio ficou Dele posto que quem tem o mínimo de consciência do evangelho, sabe que Deus não estava naquilo.
Um abraço no amor Dele, que nos chamou a separar o santo do profano de modo, a saber, que água doce e amarga jamais pode jorrar da mesma fonte. Embora a igreja brasileira pense o contrario.
Só isso…
André Ferraz.









Falta fidelidade também, principalmente com princípios básicos.
Isso de todos nós, sem exceções.
Nada contar a globo, mais será preciso alguém morrer novamente para que entedam isso.
A igreja evangélica romana brasileira precisa desta dura verdade para valorizar a humanidade das pessoas.
Deveria fechar seus templos suntuosos mais falidos que já não trazem graça e sim barganha, verdade e sim tapinhas venenosos, misericordia mais culpa, tradição e decepção.
Que não seja vc meu mano, a morrer por tudo isso!
Não mesmo, pq a religião ainda é o ópio do povo!
Joede