“Se prostrar todo dia, e mostrar seu fiel, ser lançado na cova, sair ileso como Daniel…” (Resgate).

Esse tema parece uma grande contradição, mas na verdade é um segredo precioso usado por um personagem bíblico chamado Daniel.

Todo mundo já leu algum dia a história de Daniel na cova dos leões (Daniel 6) e todos nós gostamos dela, porque exalta como Deus foi maravilhoso e poderoso para salvar sua vida de uma situação considerada impossível aos olhos humanos. Apenas essa verdade sozinha já enche meu coração de alegria, mas ouvi uma pregação recentemente mostrando outro ponto interessante desse texto e gostaria de compartilhar!

Daniel não mudou sua postura e fidelidade para com Deus mesmo diante do decreto do rei e nem diante da cova. A bíblia diz que Daniel ao ouvir o decreto do rei, que ele iria ser jogado na cova, ele subiu ao ser quarto e foi orar como costumava fazer. Preste atenção nessa pequena palavra: ele foi orar como COSTUMAVA fazer! Daniel era constante em buscar a Deus. Sua intimidade com o Senhor era tão grande, que ele simplesmente não dependia das circunstâncias para ir se encontrar com o Pai. Ele tinha esse hábito, esse costume. Ele não foi orar ao Senhor apenas porque estava prestes a ser devorado por leões ou porque tinha um rei no pé dele… Não! Ele não dependia de covas e nem de bênçãos pra buscar a Deus. Daniel apenas dependia do Senhor e amava sua presença!

Isso, para mim, veio com um tapa, porque muitas vezes eu não tenho essa dependência e muito menos essa constância de Daniel, ou, se tenho, faço isso apenas quando os decretos e as covas aparecem na minha vida. O que aprendi nesse texto é que devemos seguir o lindo exemplo dele e sermos mais constantes em nossa vida de oração e busca a Deus, seja na cova, seja na benção. Meu desejo é que a nossa intimidade com Deus seja tão preciosa para nós que nosso maior prazer, que nosso hábito, seja buscá-lo em primeiro lugar e com a mesma alegria e fidelidade, mesmo nas inconstâncias da nossa vida. E o mais bonito de tudo nesse texto, é que no final da história que já conhecemos, Daniel saiu ileso da cova e seu final foi de vida e não de morte. Deus não o poupou do decreto, não o poupou da cova, mas o poupou da morte.

Que possamos aprender mais com essa e muitas outras histórias da bíblia. E só iremos aprender se buscarmos mais!

Grande abraço,

Carol Pezzolo

Anúncios

Sobre Rodrigo Gomes

Um apaixonado por Jesus e que quer, cada vez mais, tornar-se semelhante a Ele. Buscando um coração justo e sincero, e o amor ao próximo.

»

  1. Lucy de Almeida Pezzolo disse:

    eh a lucy,mae da Caroline-
    excelente o que vc escreveu…louvo a Deus por sua vida e ministraçao na minha-
    Deus te abençoe muito!!!

    com amor sempre,sua mae que te ama!!!lucy

  2. Edmea Vieira disse:

    Amo a história de Daniel também, e a dos seus amigos jogados na fornalha, Sadraque, Mesaque e Abdenego, os seus algozes admirados, “jogamos três e vemos quatro” como pode? e saber que era o Senhor Jesus ali com eles, me faz chorar, todas as vezes que leio, desde lá o Seu amor por nós, compartilhado.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s