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Quantas vezes nos deparamos com essa questão no nosso dia-a-dia? Em entrevistas de emprego, preenchendo formulários ou mesmo em conversas informais com amigos ou colegas de trabalho. E o que deveria ser uma resposta simples se tornou um martírio, ao menos para mim.

A imagem que os próprios evangélicos criaram para si é terrível para os padrões e costumes atuais. Somos projetados como milhares de Malafaias, Felicianos, Valdomiros, Macedos e todas essas figuras significativas de grande alcance que proclamam a religião evangélica como ideal.

O grande problema é que, em geral, todas essas figuras podem até representar o pensamento de muitos evangélicos, mas não representam o verdadeiro Evangelho. Como disse no meu último texto, o legado deixado pelo Evangelho de Cristo é cada vez mais esquecido nesse meio megalomaníaco das grandes denominações.

Ao nos apresentarmos como evangélicos ou cristãos no passado, imediatamente a visão de quem nos questionou tendia a imaginar uma pessoa correta, de bons costumes, com uma imagem a zelar, que buscava fazer o bem às pessoas. Isso era até problemático para o evangélico, pois havia toda uma preocupação em não deixar suspeitas em suas atitudes. Esse tipo de visão do povo evangélico ainda ocorre em alguns meios, dependendo da faixa etária ou dos costumes das pessoas, mas perdeu bastante força nos últimos anos.

Atualmente, ao revelarmos nossos ideais religiosos, somos vistos de uma maneira completamente diferente. O evangélico tornou-se a pessoa irracional, preconceituosa, atrasada, manipuladora, julgadora, intolerante, entre tantos outros adjetivos terríveis. E eu nem vou entrar no mérito de quem considera a fé Cristã um grande atraso devido ao avanço da ciência e as descobertas cada vez mais numerosas que buscam inviabilizar a teoria Criacionista ou a existência de uma força superior onipresente, onipotente e onisciente.

E o que fazer? Como mudar esse cenário? Minha sugestão é começar por você mesmo. Quanto mais pessoas vivendo o verdadeiro Evangelho, menos esse tipo de reputação será uma realidade na sociedade. Devemos buscar pessoas, pastores e igrejas que preguem verdadeiramente a palavra de Deus e o legado que Jesus deixou em sua breve passagem na Terra. A verdadeira igreja está dentro de cada um de nós. Que façamos dela o melhor testemunho possível, buscando cada vez mais ser parecidos com Cristo.

Abs,

Rodrigo Gomes (Tato)

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Sobre Rodrigo Gomes

Um apaixonado por Jesus e que quer, cada vez mais, tornar-se semelhante a Ele. Buscando um coração justo e sincero, e o amor ao próximo.

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