Nada me faltará – Por Rafael Monteiro

Imagem: Geração de Conquistadores – Nada me Faltará (2010)

Em um mundo cheio de tristeza e infelicidades não encontramos nada que possa confortar nossos corações e acalmar a nossa alma. Passamos por momentos onde nada da certo, nada acontece, questionamos Deus em tudo, reclamamos a Deus de tudo o que acontece. Parece que os nossos olhos só enxergam o que aparece de ruim, deixamos que as coisas do mundo nos abalem de tal forma que quando tentamos nos achegar a Deus, sabemos apenas pedir, pedir e reclamar algo que queríamos muito e que Deus deixou de entregar a nós!

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Liberdade?

Este post foi inteiramente redigido por mim. Não tenho nenhum tipo de formação ou autoridade para afirmar verdades em nossa Constituição. O feito abaixo é meramente uma interpretação das leis válidas em todo o território Nacional citadas por meio de pesquisa e leitura.

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O deus que deve morrer – Por Ronaldo Júnior

O maior acontecimento recente – o fato de que ‘Deus está morto’, de que a crença no Deus cristão perdeu o crédito – já começa a lançar suas primeiras sombras sobre a Europa. Ao menos para aqueles poucos cujo olhar, cuja suspeita no olhar é forte e refinada o bastante para esse espetáculo, algum sol parecer ter se posto, alguma velha e profunda confiança parece ter se transformado em dúvida: para eles o nosso velho mundo deve parecer cada dia mais crepuscular, mais desconfiado, mais estranho, ‘mais velho’. […] De fato, nós filósofos e ‘espíritos livres’, ante a notícia de que ‘o velho Deus morreu’ nos sentimos como iluminados por uma nova aurora; nosso coração transborda de gratidão, espanto pressentimento, expectativa – enfim o horizonte nos aparece novamente livre, embora não esteja limpo, enfim nossos barcos podem novamente zarpar ao encontro de todo perigo, novamente é permitida toda a ousadia de quem busca o conhecimento, o mar, o nosso mar, está novamente aberto, e provavelmente nunca houve tanto ‘mar aberto’. ” [1] – Friedrich Nietzsche

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Sinceridade com Deus

“Senhor, Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, livra-me de minhas impurezas. Livra-me, Senhor, pois me sinto impuro. Este pecado não me agrada, Pai…”. Exageros a parte, quantas vezes você já não fez uma oração assim? Imagino que inúmeras. Eu mesmo já fiz várias. Mas a questão é: Há sinceridade nisso? Até onde essa oração parte do fundo de nosso coração? Seria arrependimento ou remorso?

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Geração fraca

Este é nosso elo com Deus.

“Nesse tempo muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se odiarão. E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará. Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo. “
Mateus 24:10-13

O que acontece com a nossa geração? De certo, uma das mais fracas espiritualmente na história da humanidade. O avanço da tecnologia, da informação e da liberdade tem ido muito mais além do que os efeitos positivos aos quais ela deveria causar sobre a sociedade e, principalmente, sobre os cristãos. Uma geração que não sabe buscar a Deus, não sabe quando O encontra, se enganam tanto com os demais quanto consigo mesmo com uma facilidade assustadora.

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O pecado invencível

Sabe aquele pecado que você não consegue vencer nunca? Aquele que é quase de estimação? Aquele que você não conta pra ninguém? Aquele que ninguém sabe? Aquele que você esconde dos “irmãos”? Pois é… É deste mesmo que eu estou falando.

Não sei se posso falar nesse ponto de generalização, mas todos tem um. Todos mesmo. Afinal, nesse quesito entram até aquele pecado que você comete e nem percebe (ou não quer perceber). Aquela fofoquinha da vida alheia, aquele palavrão na roda de amigos, aquela piadinha maldosa no trabalho/faculdade, aquela mão boba com a(o) namorada(o)… A lista é muito extensa! Então, é bem provável que, neste exato momento, você esteja refletindo no seu pecado de estimação.

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